Elisabete Rabello Machado Brandão

ELISABETE RABELLO MACHADO BRANDÃO

MEMBRO FALANDO DE TROVA

Jonathan, o Poeta Engenheiro

Elisabete Rabello Machado Brandão, filha de José Rabello e Nair Cappabianco Rabello, nascida em 25/01/1949, em São Paulo, capital. Tem formação superior, Mestrado em Comunicação e Semiótica, Professora Aposentada de Ensino Fundamental II Português e também Coordenadora Pedagógica na Prefeitura Municipal de São Paulo.

 

Trovas da autora

Hei de encontrar quem eu fui   
no lugar onde restou,   
a parte que ainda flui   
dentre a cinza que sobrou.   
(Quarto Lugar na ACLAPTCTC/2021)

Deixo fiapos de mim   
pelo caminho que trilho,   
perfumes de flor, jasmim,   
nas andanças de andarilho.   
(Quinto Lugar no XVIII Concurso de Trovas da UBT Maranguape/2022)

Minha família é uma luz   
no escuro túnel da vida,   
um bem maior que reluz   
quando me sinto perdida.   
(Quinto lugar no Concurso de Trovas da ACLAPTCT /2022)

Quem por si não tem respeito   
propende a se aprisionar;   
mas ser livre caça jeito   
de abrir asas e voar.   
(Projeto de Trovas para uma vida melhor – São José dos Campos / 2022)

Há nas páginas que escrevo   
um mar de forte emoção,   
lavras da sorte de um trevo   
coroando o coração.   
(Sexto Lugar no IV Concurso Literário Poeta Zé Mitoca- Seção Ocara – Ceará- RN /2023)

A alegria acorda cedo   
para a vida harmonizar,   
aves em bando, sem medo,   
voam no céu a cantar.   
(Terceiro lugar nos Jogos Florais de Curitiba/2023)

O beija-flor não tem braços,   
vive sem sentir o amor,   
doa-se às flores sem laços,   
carícias de um beijador.   
(Menção Honrosa no Concurso Relâmpago dos Jogos Florais em Curitiba/2023)

Lustrei meu chão com desejos,   
roubei a luz do luar,   
das estrelas seus lampejos...   
Sou luz e fervor no amar.   
(Segundo lugar no II Concurso Internacional da OMT- Peru /2023)

Sinos repicam lamentos,   
entre as notas musicais,   
sussurrando os sentimentos:   
cânticos de catedrais.   
(Primeiro lugar no V Concurso Internacional da OMT – México / 2023)

Quero filtrar emoções,   
perdoar o meu passado,   
cultivar os corações   
dos amigos ao meu lado.   
(Terceiro lugar no Concurso de Trovas de Taubaté /2023)

A dor que dormiu comigo    
acovardou-se de vez,   
foi-se embora, jaz contigo,   
por vingança se desfez.   
(Quinto Lugar no Concurso Nacional Lírico Filosófico na ATRN/UBT NATAL- RN /2023)

A tradição é uma lei,   
seguida pela razão;   
só posso dizer que amei,   
se ela fala ao coração.   
(Quinto lugar no IV Concurso de Trovas da OMT Argentina /2023)

Rumo incerto sem um dono,   
ostentando liberdade:   
rio, coroa sem trono,   
atrai paisagem sem grade.   
(12º Lugar no XXIII Concurso de Trovas do CTS/UBT Seção Caicó – RN, 2024)

A serviço do saber,   
Universidade em glória,   
resgata sempre o dever   
de setenta anos de história.   
(Terceiro Lugar no Prêmio de Trovas, Poesia e Prosa da Universidade de Fortaleza, Ceará, 2024)

Com teus dedos dedilhando   
na guitarra uma canção,   
eu escuto, imaginando,   
ser meu corpo em tua mão.   
(Quinto Lugar no Concurso da OMT – Chile, 2024)

Passa borracha no obstáculo   
viva transpondo penhascos,   
colha da vida espetáculo   
de transitar por teus cascos.   
(Menção Honrosa no Concurso Literário Nacional Paka Tatu, 2024)

Filete de vida corre   
pelas terras do Brasil...   
No fogo do incêndio morre   
arde num céu cor de anil.   
(Menção Honrosa no Concurso Literário Nacional Paka Tatu, 2024)

Fidelidade há no cão:   
volta pra quem o desfez,   
com pedidos de perdão   
por algo que nunca fez.   
(Sétimo Lugar no XXI Concurso da UBT Maranguape – Ceará e ACLA, 2025)

Pelas ruas da cidade,   
na gaveta da memória,   
eu sorvo o mel da saudade:   
Londrina, goles de história!   
(Segundo Lugar na UBT Seção Londrina, 2025)

Berço de gênios, Campinas,   
tendo amor e devoção,   
grava os nomes nas esquinas,   
mostra cultura em ação.   
(Quinto lugar no Concurso de Trovas da Academia Campinense de Letras, 2025)