A UBT vai muito bem, obrigado!

 

       Contrariando a opinião de alguns críticos pessimistas, que afirmam que a UBT está enfraquecida, que está velha etc., afirmo que, diante do que vemos e observamos em nossos encontros pelos caminhos da trova, a instituição vai muito bem, fortalecida, através daqueles que dela participam ativamente, que estão envolvidos de corpo e alma com a trova e o movimento.

 

       Cada encontro, nos Jogos Florais e concursos de trovas, por este Brasil a fora, deparamo-nos com nossos irmãos trovadores, numa verdadeira confraternização. Todos irmanados no sentimento de amor pela trova. Se isso não significa união e força, se isso não significa que a UBT está forte e bem viva, então não sei o que isso possa ser. A minha interpretação, vivenciando em cada encontro essa realidade, é que a UBT, em seus quase cinqüenta anos de existência, está cada vez mais unida e forte, através da trova.

 

       Os críticos negativos, pessimistas, apontam apenas seus pontos de vista negativos, que eles percebem, esquecendo-se dos pontos positivos, que, muitas vezes, superam os negativos. Como é o caso da trova e da UBT. Os pontos positivos superam muito os negativos, que sempre existem em qualquer movimento, em qualquer associação, onde quer que se reúnam pessoas. E criticar apenas não vale. É preciso apontar o que está errado e dar sugestões. É muito cômodo eu apontar o que considero errado e não apresentar o que acho que ajudaria a sanar o erro. Mas é assim que age o crítico na maioria dos casos. Aponta os erros, critica, mas fica em sua zona de conforto, sem mover uma palha para ajudar.

 

       Também não concordo com a afirmação de que a UBT esteja velha. Temos, com muita honra e felicidade, trovadores e trovadoras de idade avançada, que são nossos gurus, nossos exemplos de amor e dedicação à trova. Isso engrandece sobremaneira o movimento. E é tão bom reencontra-los toda vez que viajamos para uma nova festividade da trova, sejam Jogos Florais ou simplesmente concursos. É tão gratificante vê-los ainda ativos, participativos, felizes, rejuvenescidos pela poesia.

 

       E há, para contrabalançar o movimento, muitos trovadores e trovadoras jovens e de meia idade. Representam a renovação. E garantem a sobrevivência da UBT por mais algumas décadas. Quiçá para sempre. Pois a trova é eterna.

 

       A continuidade da trova, do movimento trovístico e da UBT depende de nós. Depende de nosso trabalho em continuar divulgando a trova, realizando concursos, buscando novos trovadores através de oficinas de trovas, fazendo e publicando trovas. Deixemos os críticos à sombra mórbida de seu pessimismo e sigamos confiantes no poder da trova de encantar corações e conquistar adeptos. A trova é forte e bastante superior a qualquer crítica negativa ou presságio dos profetas do caos. E a UBT se consolida cada vez mais como a maior e mais bem sucedida agremiação cultural do país, promovendo anualmente o maior número de concursos literários que se tem notícia.

 

       E agora, para desespero dos críticos negativos, temos a trova ultrapassando nossas fronteiras, florescendo em campos estrangeiros através da língua hispânica, como Argentina, Chile, Venezuela, República Dominicana, México, Espanha, Estados Unidos, Cuba, entre outros, graças ao trabalho incansável e desbravador da trovadora gaúcha Gislaine Canalles. A internacionalização da trova significa fortalecimento e seu reconhecimento como forma poética, como obra literária.

 

       E viva a trova!

 

postado em 27.06.2011 por:  (João Costa – Delegado da UBT em Saquarema-RJ)

 

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